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Arquitetura Paisagista – História da Arte

Site pessoal de Sónia Talhé Azambuja, Prof.ª Arquiteta Paisagista.

Vídeo da Palestra de História da Arte – 7.ª edição: O Simbolismo das Plantas Autóctones na Pintura do Renascimento em Portugal, por Prof.ª Doutora Sónia Talhé Azambuja, 21 de outubro de 2020, emitida on-line a partir do Salão Nobre do Instituto Superior de Agronomia da Universidade de Lisboa.

Jardins Históricos Episódio 3 - de 26 Ago 2020 - RTP Play - RTP

Sónia Talhé Azambuja, Professora Convidada de Arquitetura Paisagista do ISA/ULisboa e da FCT/UAlg , foi entrevistada em directo na RTP 1 no programa “Jardins Históricos” (parceria RTP com a Associação Portuguesa dos Jardins Históricos), no dia 9 de setembro de 2020, a partir do Parque D. Carlos I, Caldas da Rainha, sobre investigação para restauro de jardins históricos. Assista aqui a partir do minuto 25’30”.

Sónia Talhé Azambuja, na qualidade de Presidente da Associação dos Amigos do Jardim Botânico da Ajuda (AAJBA), esteve no dia 31 de agosto de 2020, em directo na RTP 1 no programa “Jardins Históricos”, a partir do Jardim Botânico Tropical, Lisboa, a falar sobre a AAJBA, nomeadamente as obras de conservação e de restauro que tem coordenado na última década no Jardim Botânico da Ajuda (cerca 220 000€ financiadas pela AAJBA). Assista aqui a partir do minuto 7’00”.

PRÉMIO ARCHIPRIX PORTUGAL 2020

Maria Filipa São Braz Rabaça, aluna do mestrado em Arquitetura Paisagista, da Faculdade de Ciências e Tecnologia (FCT) da Universidade do Algarve, obteve uma Menção Especial na oitava edição do Prémio Archiprix Portugal 2020 – Prémio Nacional para o Ensino de Arquitetura, Arquitetura Paisagista e Urbanismo.

Do coletivo de 24 finalistas foi distinguido um trabalho vencedor, uma menção especial e nove menções honrosas, que têm assegurada a presença no Anuário Archiprix Portugal 2020.  Este prémio anual reconhece a excelência do ensino e premeia o conjunto aluno/orientador/instituição de ensino.   

Orientada pela docente Sónia Talhé Azambuja, a dissertação de Maria Filipa São Braz Rabaça focou-se no tema “Contributos para o inventário de Jardins Históricos no Algarve: Faro”.

A cerimónia de entrega de prémios realizou-se no passado dia 4 de julho, em Porto Brandão, Almada.  Na ocasião foi inaugurada a exposição dos trabalhos finalistas do Prémio Archiprix Portugal 2020, e também decorreu o lançamento do anuário Archiprix onde estão incluídos os respetivos trabalhos.

Sobre Prémio:

O Prémio Archiprix Portugal distingue anualmente os melhores trabalhos de fim de curso de mestrado apresentados nas áreas de Arquitetura, Arquitetura Paisagista e Urbanismo. O Archiprix é um prémio de temática livre, puramente institucional e académico que dá visibilidade à diversidade e qualidade académica da mais jovem geração de arquitetos. Destaca um coletivo de projetos que espelha os desafios e aspirações de cada concorrente, orientador e instituição de ensino do território nacional.

Em Portugal foi instituído em 2012 pela Fundação Archiprix (Roterdão) e Fundação Serra Henriques (Lisboa), envolvendo de forma plural e independente a Ordem dos Arquitetos, a Trienal de Arquitetura de Lisboa, a Casa da Arquitetura, a Docomomo Internacional e o corpo docente das instituições portuguesas de ensino de Arquitetura, Arquitetura Paisagista e Urbanismo. Enquadra-se na Rede Internacional Archiprix, constituída pelas iniciativas congéneres Archiprix Holanda, Espanha, Chile, Europa Central (Bósnia Herzegovina, Áustria, Hungria, Croácia), Turquia, Itália e Rússia. Faz também parte da rede Archiprix o prémio de abrangência global – Archiprix Internacional.

“A interpretação da componente simbólica do Jardim, desde sempre associada ao “Paraíso Perdido”, e as plantas e animais que o habitam, permitem o entendimento da dimensão do jardim enquanto expressão cultural extremamente rica e inspiradora das obras de arte. O Jardim do Éden surge assim como síntese da natureza em que se faz arte com a natureza e se faz natureza com arte, como expressão máxima da harmonia entre o homem e a natureza. Os jardins revelam-se como lugares utópicos e paradigmas estéticos, com as plantas e animais a surgirem como veículos privilegiados na transmissão de mensagens moralizantes e evangelizadoras.”

In AZAMBUJA, Sónia Talhé – A Linguagem Simbólica da Natureza. A Flora e Fauna na Pintura Seiscentista Portuguesa. 2.ª ed. Lisboa: Scribe, 2017, p. 370.


«O ensaio de Sónia Talhé Azambuja […] constitui um dos pontos altos desta fase amadurecida de estudos sobre a Natureza Morta portuguesa do século XVII. […] O cruzamento entre a História da Arte, a Iconologia, a Filosofia e a História Natural […] confere inegável sucesso a uma metodologia de ponta de que a autora é responsável e que afirma a originalidade da sua investigação.».

VÍTOR SERRÃO, In Prefácio

Sinopse: Em 166 pinturas portuguesas do século XVII (Josefa de Óbidos, Baltazar Gomes Figueira, etc.) estudadas foram identificadas 188 espécies de flora e de fauna, contribuindo para a descodificação do seu simbolismo.

Pode adquirir este livro na editora Scribe em versão impressa ou em e-book.