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Introdução


 




“A interpretação da componente simbólica do Jardim, desde sempre associada ao “Paraíso Perdido”, e as plantas e animais que o habitam, permitem o entendimento da dimensão do jardim enquanto expressão cultural extremamente rica e inspiradora das obras de arte. O Jardim do Éden surge assim como síntese da natureza em que se faz arte com a natureza e se faz natureza com arte, como expressão máxima da harmonia entre o homem e a natureza. Os jardins revelam-se como lugares utópicos e paradigmas estéticos, com as plantas e animais a surgirem como veículos privilegiados na transmissão de mensagens moralizantes e evangelizadoras.”

In AZAMBUJA, Sónia Talhé – A Linguagem Simbólica da Natureza. A Flora e Fauna na Pintura Seiscentista Portuguesa. 2.ª ed. Lisboa: Scribe, 2017, p. 370.


«O ensaio de Sónia Talhé Azambuja […] constitui um dos pontos altos desta fase amadurecida de estudos sobre a Natureza Morta portuguesa do século XVII. […] O cruzamento entre a História da Arte, a Iconologia, a Filosofia e a História Natural […] confere inegável sucesso a uma metodologia de ponta de que a autora é responsável e que afirma a originalidade da sua investigação.».

VÍTOR SERRÃO, In Prefácio

Sinopse: Em 166 pinturas portuguesas do século XVII (Josefa de Óbidos, Baltazar Gomes Figueira, etc.) estudadas foram identificadas 188 espécies de flora e de fauna, contribuindo para a descodificação do seu simbolismo.


Pode adquirir este livro na editora Scribe em versão impressa ou em e-book.