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Introdução


“A interpretação da componente simbólica do Jardim, desde sempre associada ao “Paraíso Perdido”, e as plantas e animais que o habitam, permitem o entendimento da dimensão do jardim enquanto expressão cultural extremamente rica e inspiradora das obras de arte. O Jardim do Éden surge assim como síntese da natureza em que se faz arte com a natureza e se faz natureza com arte, como expressão máxima da harmonia entre o homem e a natureza. Os jardins revelam-se como lugares utópicos e paradigmas estéticos, com as plantas e animais a surgirem como veículos privilegiados na transmissão de mensagens moralizantes e evangelizadoras.”

 

In AZAMBUJA, Sónia Talhé – A Linguagem Simbólica da Natureza. A Flora e Fauna na Pintura Seiscentista Portuguesa. Lisboa: Nova Vega, 2009, p. 370.

 

 


Tapada das Necessidades, Lisboa.
© Sónia Talhé Azambuja.